
o compasso do mundo
é um compasso miúdo,
é quem roda o moinho
a momentos moídos
pica-pau, bate-estaca,
corta fundo a navalha,
sangrador não estanca
oh, meu Deus! vem, me valha!
rodo a toque de caixa,
atravesso por brechas,
escorrego nos ralos
e me escondo no chão